Um breve até logo, ou um adeus até mais,
Não deixam de ser uma dolorosa despedida,
Quem nunca disse o quanto odeia despedida...
Que na verdade não é apenas aquele momento do qual nos desligamos de laços que não são unidos por acaso,
Pois sim a verdadeira despedida é aquela que sentimos um pedaço de si partir junto com aquele outro alguém que se vai,
Com ela vem à saudade que também nada mais é do que a forma mais fácil de vermos o quanto nada somos se formos sós,
Dores de cotidianos comuns,
De milhares de semelhantes,
Coisas da vida, marcas que ficam...
Lembranças de um tempo que foi bom,
Que aproveitamos e que somente nos arrependemos de não ter aproveitado ainda mais,
Porque o tudo de hoje fica na memória como retratos de um bom passado,
Passado que vivemos e que guardamos dentro de nós, ou que passamos a frente como muitas vezes formas de desabafos, assim, esperando aliviar um pouco a dor da saudade,
Tem saudades que ficam e que levam parte da alma,
Sim, são despedidas que não leva de nós apenas um pedaço do peito, mais também de nossas almas, estes são os amores perdidos, entes queridos, amigos...
Dores que não tenho se quer palavras pra expressar,
Sentimento vazio, essa tal de dor...
Um filósofo disse que a mesma é passageira ou seja essa “dor” que fica nada mais é a saudade dos bons momentos...
Só tenho a dizer que odeio despedidas,
Mais fazer o que não é mesmo, se também faz parte da vida e disso ninguém pode fugir...
Uma coisa é certa que eu aprendi a algum tempo, já que não posso fugir eu posso ao menos aproveitar cada instante,
Para um dia poder me lembrar e dizer que não me arrependi em nenhum instante de ter aproveitado cada momento.
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