quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Puro devaneio

Puro devaneio, e amargura foi o que restou,
Desatino é a imensidão de tal amor,
Foi assim que esta prosa começou,
De inicio pensando em ti,
Até notar o vazio que se faz presente em mim,
Porque insistir em algo que parece não possui a menor esperança...
Talvez seja apenas vicio de pensar em tal amor que magoa e fere meu coração,
Quando colocarei um fim nessa alucinação?
Vem e me prova que é real e não é ficção,
Vem e arranque de mim esse sentimento de estar apostando em vão,
Vem que eu te mostro meu jogo e me entrego em suas mãos,
Somente me dê um sinal, que de fato é real e não mera ilusão