
Puro
devaneio, e amargura foi o que restou,
Desatino é a
imensidão de tal amor,
Foi assim
que esta prosa começou,
De inicio
pensando em ti,
Até notar o
vazio que se faz presente em mim,
Porque
insistir em algo que parece não possui a menor esperança...
Talvez seja
apenas vicio de pensar em tal amor que magoa e fere meu coração,
Quando
colocarei um fim nessa alucinação?
Vem e me
prova que é real e não é ficção,
Vem e
arranque de mim esse sentimento de estar apostando em vão,
Vem que eu
te mostro meu jogo e me entrego em suas mãos,
Somente me dê um sinal, que de fato é real e não
mera ilusão